sábado, 2 de novembro de 2013

todo-santo-dia

Quando decidi que daria um ponto de virada no meu roteiro, uma nova roupagem para os meus dias e mais emoção nesse playground que chamo de vida, pensei também em reformular esse blog com a intenção de ter um aliado nas horas mais latejantes. Como vocês podem perceber ele tá tão presente nos meus dias como as sungas(tom irônico), só me resta entender se isso é bom ou ruim.
 Por um lado eu prefiro acreditar que as coisas estão indo muito bem, que a roda tá rodando e que o samba tá tocando justamente o que eu estou querendo ouvir, isso tudo pq sou mais otimista que 82% de jovens recém-formados, de acordo com estatísticas que acabei de inventar. Já olhando por uma perspectiva mais comum acho que estou um pouco(muito) longe de uma realização profissional, academicamente falando. No meio de tudo isso existe aquela barreira na frente do dedo no gatilho(?), aquela sensação de -23anosformadomeudeusoquequeropraminhavida?- bem como aquela maneira de pensar "o que eu sou?" filho daquele famoso "o que você que ser quando crescer?". Acho que é isso, prefiro ficar em stand by nesse momento, quietinho, refletindo, escolhendo, vivendo essa síndrome do recém-formado, apontando e criando coragem pra apertar o gatilho. Se, por ventura, essa for a única bala, o tiro tem que ser certeiro.
No mais, vou tentar ser mais fiel a esse blog que "COnHeCo mó tEmPÃ e CoNsIdErO PaKAs"(orkutês), escrevendo semanalmente e vomitando todos os doces e amarguras que tenho experimentado.



terça-feira, 23 de julho de 2013

DESPRENDER - v.t. Soltar; separar (o que estava preso), desatar, despregar. V.pr. Fig. Desligar-se, apartar-se; libertar-se.

Tinha feito planos pra escrever por aqui apenas quando estivesse em solo Paranaense, mas como o combo de ansiedade-medo-mudança-saudade não vem acompanhado de uma dose dupla de vodka, só me resta escoar um pouco desse misto de sensações que experimento nessa oferta sem batata frita.
Confesso que desatar de um jeito convencional de levar a vida pra caminhar em direção ao desconhecido, sem saber muito bem o porquê, é enlouquecedor. Mas, entendo que quando é o próprio destino que tá em jogo, ninguém entra pra perder. Ao avesso das coisas é que descobertas são feitas nas mudanças, nas novas pessoas próximas e principalmente em mim mesmo. Não sei qual jeito será o melhor ou se existe um jeito certo. Durante o novo caminho pra achar respostas, tenho certeza que encontrarei mais perguntas, não importa quais serão, o que importa é aprender o exercício do desprender não desprendendo. 
Recomeçar é uma característica da vida, assim como o dia e a noite, a planta que nasce e morre, a aventura nova de se jogar no vazio. Mas como dizem, o que importa é a caminhada e não só a chegada, então enquanto isso vou me jogando, tomando um vinho quando o frio aumentar, beijando as fotografias quando a saudade apertar e levando a vida da maneira que der pra levar(a rima não foi proposital, rs).